sábado, 11 de fevereiro de 2012

Democracia ou Utopia?


VOTO OBRIGATÓRIO
Democracia ou Utopia?

O voto é um direito do cidadão, a obrigatoriedade do voto é um reflexo de uma democracia utópica, onde os políticos criam leis que sempre favorecem a si próprios. Tão utópica quanto o reajuste do salário mínimo, que nunca alcança o real aumento da inflação. Onde políticos votam em aumentos exorbitantes de seus próprios salários e o povo assiste incrédulo ao “assalto” aos cofres públicos.
Essa utopia que é a democracia já vem ludibriando o povo, que desde os primórdios não passa de marionete nas mãos dos políticos. Até em sua definição, diz-se que “o poder de tomar importantes decisões políticas está nas mãos do povo”.

 Cristina Fogaça

Twitter: @CristinaFogacaA



Pesquisa: Democracia e voto obrigatório / voto de protesto
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre
Democracia ("demo+kratos") é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos — forma mais usual. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista ou parlamentarista, republicano ou monárquico.
O termo democracia é de origem grega (δημοκρατία, dēmokratía) e quer dizer "poder do povo". Na Grécia antiga, o termo foi muitas vezes empregado de forma depreciativa, uma vez que a maior parte dos intelectuais gregos, entre eles Platão e Aristóteles, era contrária a um governo de iniciativa popular.
Outros itens importantes na democracia incluem exatamente quem é "o Povo", isto é, quem terá direito ao voto; como proteger os direitos de minorias contra a "tirania da maioria" e qual sistema deve ser usado para a eleição de representantes ou outros executivos.
Direito ao Voto

O voto, também chamado de sufrágio censitário, é típico do Estado liberal (século XIX) e exigia que os seus titulares atendessem certas exigências tais como pagamento de imposto direto; proprietário de propriedade fundiária e usufruir de certa renda.
Direito de voto hoje

Hoje, em muitas democracias, o direito de voto é garantido sem discriminação de raça, grupo étnico, classe ou sexo. No entanto, o direito de voto ainda não é universal. É restrito a pessoas que atingem uma certa idade, normalmente 18 (embora em alguns lugares possa ser 16 como no Brasil, ou 21). Somente cidadãos de um país normalmente podem votar em suas eleições, embora alguns países façam exceções a cidadãos de outros países com que tenham laços próximos (p.ex., alguns membros da Comunidade Britânica e membros da União Europeia).

Obrigatoriedade do voto

A prática do voto obrigatório remonta à Grécia Antiga, quando o legislador ateniense Sólon fez aprovar uma lei específica obrigando os cidadãos a escolher um dos partidos, caso não quisessem perder seus direitos de cidadãos. A medida foi parte de uma reforma política que visava conter a radicalização das disputas entre facções que dividiam a pólis. Além de abolir a escravidão por dívidas e redistribuir a população de acordo com a renda, criou também uma lei que impedia os cidadãos de se absterem nas votações da assembleia, sob risco de perderem seus direitos.
A expressão voto nulo é usada para designar quando numa eleição, o eleitor comparece ao local da votação, mas insere um número que não corresponde a nenhuma das opções de voto ou, especificamente para votos em cédulas de papel, faz uma marcação que não possibilite a identificação do voto. Muita gente confunde com o voto em branco.
Alguns setores da sociedade entendem que o voto nulo é uma forma de os cidadãos expressarem o seu descontentamento com o sistema político vigente no ato eleitoral. Outros, porém, entendem por outro lado que o ato de votar nulo é na verdade uma manifestação de falta de cidadania, que contribui para piorar nível dos ocupantes de cargos públicos. Há uma enorme controvérsia a respeito do voto nulo, sendo porém impossível determinar o que quis dizer o eleitor ao efetuar este procedimento, a não ser o fato de que ele simplesmente não quis votar em nenhum candidato. Exemplo do voto nulo é sempre confirmar o número zero "00", valor nulo.

Voto nulo no Brasil

No Brasil, historicamente era chamado de voto nulo quando o eleitor rasurava a cédula de votação, marcando mais de uma opção, escrevendo xingamentos ou nomes de candidatos fictícios.

Cacareco foi uma rinoceronte  fêmea emprestada pela prefeitura do Rio de Janeiro em fevereiro de 1958, para a inauguração do Zoológico de São Paulo que, nas eleições de outubro de 1959 para vereador da cidade, ganhou cerca de 100 mil votos. À época, a eleição era realizada com cédulas de papel e os eleitores escreviam o nome de seu candidato de preferência.
Cacareco foi um dos mais famosos casos de voto de protesto ou voto nulo em massa da história da política brasileira, uma vez que se tornou o "candidato" mais votado do pleito: o partido mais votado não chegou a 95.000 votos.



Macaco Tião (1963 - 1996) é o nome de um chimpanzé do Zoológico do Rio Janeiro que era bastante querido pelas crianças e outros frequentadores do zôo. Seu nome "Tião" é uma homenagem ao padroeiro da cidade do Rio de Janeiro, São Sebastião.
Já desde a década de 1980, era famoso por seu temperamento, considerado "mal-humorado", e pelo costume de atirar excrementos e lama em visitantes.
Com 1,52m de altura e 70kg, o Macaco Tião tornou-se uma celebridade no Brasil, quando em 1988, após uma brincadeira criada pela revista Casseta Popular em defesa do voto nulo, foi lançada a sua candidatura não oficial para a Prefeitura do Rio de Janeiro. Como na época o voto era em cédulas e não em urna eletrônica, os votantes podiam escrever o que desejassem na cédula. Estima-se que o Macaco Tião tenha "recebido" naquele pleito mais de 400 mil dos votos dos eleitores, alcançando o que seria equivalente ao terceiro lugar, de um total de doze candidatos. Este fato o fez constar no Guinness World Records como o chimpanzé a receber mais votos no mundo. Como Tião não era um candidato reconhecido pelo Tribunal Regional Eleitoral, todos os votos dados para ele foram considerados nulos.
A partir do pleito de 1996 os eleitores passaram a ficar impossibilitados de votar no Macaco Tião, pois nesse ano a urna eletrônica substituiu a votação por cédulas onde os eleitores tinham que digitar o número do candidato ao invés de escrever o nome.
O Macaco Tião sempre foi motivo de grande atenção. Ele ocupava um recinto nobre no zôo, especialmente construído para ele.
Famoso nacionalmente, vários jornais brasileiros, e também o francês Le Monde registraram a notícia do falecimento do macaco, em 23 de dezembro de 1996. Tião morreu de diabetes, aos 34 anos, tendo sido decretado luto oficial de três dias no município do Rio, bem como as bandeiras da Fundação RioZoo tendo sido hasteadas a meio-mastro. Seus restos mortais foram levados para o Centro de Primatologia do Estado do Rio de Janeiro - CPRJ, que fica localizado na cidade de Guapimirim, onde seu esqueleto encontra-se preservado até os dias de hoje.


O que podemos observar na história de nosso país, são votos de protesto que nada resolvem, mas agravam ainda mais a desordem e o abuso no enriquecimento dos políticos. Vamos prestar mais atenção na hora de votar!

 Cristina Fogaça

Twitter: @CristinaFogacaA

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Verme Racional


Fiquei para recuperação em Ciências, na escola (ensino fundamental) ao discordar de certo conteúdo do livro, a respeito dos animais. Segundo o livro, o ser humano é o único animal racional, como também, o único que tem sentimentos.

Desde criança, fui criada na companhia de animais domésticos, principalmente cachorros. E nunca, jamais entraria na minha cabeça, que apenas o ser humano tem sentimentos. Nunca acreditei, nem nunca vou acreditar que o “melhor amigo do homem”, por exemplo, não tem sentimentos. Supor que aquela festa às vezes exagerada, de tanta alegria ao ver seu o dono chegar em casa, é simplesmente porque quando estiver com fome, o mesmo vai lhe dar comida.

E por que tantos animais são monogâmicos (vivem com um único parceiro)? Tão fiéis ao seu parceiro, que geralmente, quando este morre, não procura mais outro parceiro.

Você já viu uma abelha indo para escola de abelhas? Já viu formiga carregando sua mochila com livros sobre como viver em um formigueiro? Acha que tanta organização é puro instinto?

Se você está achando um absurdo, ou minha opinião ridícula... Que tal falarmos do ser humano? É! Aquele ser superior, o único animal racional, possuidor de inteligência e sentimentos. Capaz de pensar, criar, inventar, descobrir, inovar,...

Vamos ao início, pulando a parte em que milhões de espermatozoides são produzidos (e desperdiçados), onde é necessário apenas um para gerar outro ser. Esquecer esse detalhe sem importância, e não fazer nenhuma comparação a inúmeras outras espécies capazes de mudar de sexo para se reproduzirem.

Esse animal não apenas mais inteligente, mas o único racional; em sua maioria ao nascer, precisa apanhar nas nádegas para aprender a respirar. Precisa de ajuda para aprender a falar e a andar. Precisa ir à escola para aprender a ler e escrever. Ou seja, esse ser tão inteligente, necessita de escola para aprender o básico!

Agora pergunto: qual o ser que mais destrói o meio ambiente em que vive? Qual o único animal que mata por dinheiro, comércio, diversão, prazer, esporte ou motivo fútil? Qual o animal que precisa de Constituição para manter a ordem, ou pelo menos tentar?

Enquanto continuarem afirmando nos livros e ensinando nas escolas que o ser humano é o único animal racional e o que tem sentimentos; esse animal, quase desprovido de inteligência, vai continuar se achando o melhor, o mais importante, o superior. E vai continuar desrespeitando, discriminando, destruindo, maltratando, aniquilando os outros seres “inferiores” ou a si próprios e o meio ambiente em que vivem.

Cristina Fogaça

Escritora e poetisa

http://www.facebook.com/cristinafogacadearaujo

twitter: @CristinaFogacaA

"Patch" Adams - O Palhaço que é Doutor


“Na vida, temos de fazer escolhas. Se não há como mudar o rumo dos acontecimentos, podemos optar por vivenciar cada momento de uma forma alegre, agradecendo por tudo de bom que tivemos durante a vida, por nossa família e nossos amigos. Ou, então, achar que a vida não valeu nada, ver só o lado negativo das coisas, esquecer tudo de bom que nos aconteceu até hoje e morrer de forma miserável. Morrer é uma das poucas coisas que ocorrem com todo mundo, mas quase ninguém suporta pensar nisso. O que estou sugerindo é que a morte não precisa ser exatamente uma experiência horrenda”.

Hunter "Patch" Adams
Doutor e Palhaço












Hunter "Patch" Adams (Washington D.C., 28 de maio de 1945) é um médico norte-americano, famoso por sua metodologia inusitada no tratamento a enfermos. Formado pela Virginia Medical University, também fundou o Instituto Gesundheit em 1972.

Em um programa de entrevistas na televisão brasileira (Roda Viva), em 2007, Patch Adams afirmou que nunca disse que "rir é o melhor remédio", e sim que o riso "faz parte de um contexto". Na verdade, seu lema era "a amizade é o melhor remédio". Disse também ter uma Biblioteca de 18.000 volumes e que lê muita poesia, adora os poemas de Pablo Neruda, porque segundo ele, a poesia nos dá amor. Criticou as pessoas que têm muito dinheiro e nada fazem pelos menos favorecidos, usando o termo "lixo" para definí-las. E renegou o filme "Patch Adams" de Tom Shadyac, dizendo que ele não condiz com a verdade; criticou o Governo Americano, a quem chamou de "Terrorista", assim como as indústrias de medicamentos, que só visam os lucros bilionários. Sua filosofia de vida é o amor, não apenas no âmbito hospitalar, mas em nossas relações sociais como um todo, independente de lugar. Tem por opinião que o objetivo do médico não é curar e sim cuidar. Cuidar com muito amor, tocando nos doentes, olhando em seus olhos, sorrindo...
Aos 16 anos de idade, após perder o pai e ter sido deixado pela namorada, vivenciou uma grave crise depressiva e internou a si próprio numa clínica psiquiátrica. Lá chegou à conclusão que cuidar do próximo é a melhor forma de esquecer os próprios problemas e, melhor ainda, se isto for feito com muito bom humor e principalmente amor. Nos anos 60, um de seus melhores amigos foi assassinado. 
Dois anos depois, ingressa na faculdade de medicina de Virginia, onde se tornou conhecido pela sua conduta excessivamente feliz e apaixonada pelos pacientes. Ao término da faculdade, em 1972, fundou o Instituto Gesundheit. Em 1980 adquiriu 317 acres de terra montanhosa em West Virgínia para a implementação física do instituto, o qual presta assistência sem nenhum tipo de cobrança financeira. E em 1976 seu melhor amigo morre atacado por um psicopata e não sua namorada como mostra o filme. Ele fica depressivo, mas acalma-se com o tempo.
Convencido da conexão poderosa entre o ambiente e o bem estar, acredita que a saúde de um indivíduo não pode ser separada da saúde da família, da comunidade e do mundo.
Atualmente Patch e sua trupe de palhaços viajam pelo mundo para áreas críticas em situação de guerra, pobreza e epidemia, espalhando alegria, o que é uma excelente forma de prevenir e tratar muitas doenças. Além de médico, humorista, humanista e intelectual, Patch é também um ativista em busca da paz mundial. Segundo ele, seu intuito não é apenas mudar, através do humor, a forma como a medicina é praticada hoje. Patch traz uma mensagem de amor ao próximo que, se praticada por todos nós, certamente irá mudar o mundo para melhor. O filme mostra os conflitos que a medicina apresentava na época e continua ainda nos dias de hoje, apesar da semente plantada.
Patch Adams também é autor de dois livros: “House Calls: how we can heal the world a visit at time” e “Gesundheit!: Good Health is a Laughter Matter ”. Este último inspirou o filme “Patch Adams - O Amor é contagioso” (1998), baseado na história de Patch e tendo Robin Williams como seu intérprete.


Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre






Depois de conhecer esse maravilhoso exemplo de vida:
Sorria para seus problemas e viva a vida com mais amor!


http://youtu.be/gSPuV5saSEs

"Madiba"



“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.”

“Nelson” Rolihlahla Mandela


“Nelson” Rolihlahla Mandela
 (Mvezo, 18 de julho de 1918) é um advogado, ex-líder rebelde e ex-presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Principal representante do movimento antiapartheid, como ativista e transformador da história africana. Considerado pela maioria das pessoas um guerreiro em luta pela liberdade, mas um terroristapelo governo sul-africano.
Sua vida foi retratada nos filmes “Invictus” (2009) e "Goodbye Bafana" (2007), mostrando sua conversão em ativista com métodos pacíficos, vindo a receber o Prêmio Nobel da Paz em 1993.

Passou a infância na região de Thembu, antes de seguir carreira em Direito. Em 1990 foi-lhe atribuído o Prêmio Lênin da Paz, que foi recebido em 2002. Na África do Sul também é conhecido como “Madiba”, um título honorário adotado por membros do clã de Mandela. 

Mandela envolveu-se na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano (conhecido no Brasil pela sigla portuguesa, CNA, e em Portugal pela sigla inglesa, ANC) em 1947, e dois anos depois fundou com Walter Sisulu e Oliver Tambo (entre outros) uma organização mais dinâmica, a Liga Jovem do NCA/ANC.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória ao Partido Nacional AFRICÂNDER- que seria o promotor da política de segregação racial, Mandela aderiu ao Congresso do Povo (1975) (percursor do ANC) que divulgou a Carta da Liberdade - documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.
Comprometido de início apenas com atos não violentos, na esteira de Gandhi, Mandela e seus colegas decidiram recorrer à luta armada após o massacre de Sharpeville (21 de Março de 1960), quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, desarmados, matando 69 pessoas e ferindo 180 - e a subsequente ilegalidade do ANC e outros grupos antiapartheid que aderiram a esse levantamento bélico.
Em 1961 tornou-se comandante do braço armado do ANC, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo, fazendo também planos para uma possível guerrilha se a sabotagem falhasse em acabar com o apartheid; também viajou em coleta de fundos para o MK, e criou condições para um treinamento e atuação paramilitar do grupo.
Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso e sentenciado a 5 anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 2 de junho de1967 foi sentenciado novamente, dessa vez a prisão perpétua (apesar de ter escapado de uma pena de enforcamento), por planejar ações armadas, em particular sabotagem (o que Mandela admite) e conspiração para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega). No decorrer dos vinte e seis anos seguintes, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou bandeira de todas as campanhas e grupos anti-apartheid ao redor do mundo. 

Enquanto estava na prisão, Mandela enviou uma declaração para o NCA (e que viria a público em 20 de Junho de 1980) em que dizia: "Unam-se! Mobilizem-se! Lutem! Entre a bigorna que é a ação da massa unida e o martelo que é a luta armada devemos esmagar o apartheid!"
Recusando trocar uma liberdade condicional pela recusa em cessar o incentivo a luta armada (Fevereiro de 1985), Mandela continuou na prisão até Fevereiro de 1990, quando a campanha do ANC e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk. O ANC também foi tirado da ilegalidade.



Nelson Mandela recebeu em 1989 o Prêmio Internacional Al-Gaddafi de Direitos Humanos, e em 1993, com de Klerk, recebeu o Nobel da Paz, pelos esforços desenvolvidos no sentido de acabar com a segregação racial. Em Maio de 1994, tornou-se ele próprio o presidente da África do Sul, naquelas que foram as primeiras eleições multirraciais do país. Cercou-se, para governar, de personalidades do ANC, mas também de representantes de linhas políticas. 

Mandela foi libertado pelo presidente Frederik de Klerk em 1990. Tornou-se então líder do Congresso Nacional Africano (CNA), do qual já de há muito se tornara referência. A sua experiência de luta contra o apartheid, a sua postura de moderado no período de transição para uma ordem democrática sem segregação, o claro objetivo de operar a reconciliação nacional que norteou as suas relações com o Presidente de Klerk, valeram-lhe um inesgotável prestígio no país e no mundo. Mandela é provavelmente o político com maior autoridade moral no continente Africano, o que lhe tem permitido desempenhar o papel de apaziguador de tensões e conflitos.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Isabel II, e a Medalha presidencial da Liberdade de George W. Bush.

Estátua de Nelson Mandela, em Londres
Ele é uma das duas únicas pessoas de origem não-indiana a receber o Bharat Ratna - distinção mais alta da Índia - em 1970. (A outra pessoa não-indiana é a Madre Teresa de Calcutá.)
Em 2001 tornou-se cidadão honorário do Canadá e também um dos poucos líderes estrangeiros a receber a Ordem do Canadá.
Mandela fez alguns pronunciamentos considerados controversos em 2003, quando atacou a política externa do presidente estadunidense Bush. No mesmo ano, ele disse seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada 46664 - número que lembra a sua matrícula prisional.

Aos 85 anos no ano de 2004, ele anunciou que se retiraria da vida pública, pois a sua saúde tinha sofrido abalos nos últimos anos e ele desejaria aproveitar o seu tempo que lhe resta com a família. Somente fez um compromisso em lutar contra a AIDS. Logo ele viajou para a Indonésia, a fim de discursar na XV Conferência Internacional sobre a AIDS.
Em Novembro de 2006, foi premiado pela Anistia Internacional com o prêmio Embaixador de Consciência 2006 em reconhecimento à liderança na luta pela proteção e promoção dos direitos humanos.
Em abril de 2007, Mandela apareceu no comício do Congresso Nacional Africano, do candidato a presidente Jacob Zuma, mostrando seu apoio.
Em junho de 2008 foi realizado um grande show em Londres em homenagem aos seus 90 anos, onde participaram vários cantores mundialmente conhecidos.
Na madrugada de 11 de Junho de 2010, um dia antes da abertura do Mundial da África do Sul e no dia do Concerto, a sua bisneta, Zenani Mandela de 13 anos morre num acidente de carro, que capotou. O autor deste acidente vinha embriagado. Devido a este acontecimento, Nelson não pôde estar presente no jogo de abertura do Mundial 2010.


"A educação é a arma mais forte que você pode usar para mudar o mundo."

"Sonho com o dia em que todas as pessoas levantar-se-ão e compreenderão que foram feitos para viverem como irmãos."


“Nelson” Rolihlahla Mandela


Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

J. K. Rowling - autora da série: Harry Potter




Magia Além das Palavras - Magic Beyond Words:

The JK Rowling Story

Filme biográfico do início da carreira da escritora Joanne Kathleen Rowling, conhecida como J. K. Rowling, autora série Harry Potter.











































Magia Além das Palavras - Magic Beyond Words: The JK Rowling Story

O filme retrata a época em que Joanne Kathleen Rowling começou a escrever Harry Potter, no início da década de 90 e dá destaque ao seu primeiro e conturbado casamento, além do período de depressão e pobreza pelo qual a escritora passou. A viagem ícone feita por J. K. Rowling de trem, quando Harry Potter veio a sua mente, está no filme. Partindo como uma mãe solteira sendo auxiliada pelo governo, ela se torna uma das mulheres mais ricas do mundo, com mais de 400 milhões de cópias vendidas de seus livros ao redor do mundo, resultando em uma bilionária franquia cinematográfica.

Filme biográfico do início da carreira da escritora Joanne Kathleen Rowling, conhecida como J. K. Rowling, autora série Harry Potter.

Elenco



Poppy Montgomery (Joanne Rowling)
Emily Holmes (Dianne Rowling)
Antonio Cupo (Jorge Arantes)
Janet Kidder (Anne Rowling)
Madison Desjarlais (Joanne Rowling aos 17 anos)
Aislyn Watson (Joanne Rowling aos 8 anos)


Título Original: Magic Beyond Words: The JK Rowling Story
País de Origem: EUA
Gênero: Biografia
Tempo de Duração: 85 minutos
Ano de Lançamento: 2011
Direção: Paul A. Kaufman

Joanne Kathleen Rowling, conhecida como J. K. Rowling (Yate, 31 de julho de 1965), é uma escritora britânica de ficção, autora dos sete livros da famosa e premiada série Harry Potter, e de três outros pequenos livros relacionados a Harry Potter. Desde criança, Joanne gostava de ler contos como O Vento nos Salgueiros e O Cavalinho Branco. Muitos autores influenciaram sua obra, e fizeram nascer em Joanne a vontade latente de tornar-se escritora.

Famosa por escrever em bares, com a primogênita ao lado no carrinho, ela enfrentou uma série de dificuldades até atingir a riqueza e a fama como escritora, passando-se longos anos até que o Harry Potter e a Pedra Filosofal chegasse às prateleiras, com a ajuda de seu agente literário Christopher Little. Desde então, J. K. Rowling escreveu os outros seis livros que a tornaram rica, e capacitaram-na a contribuir com instituições que ajudam a combater doenças, injustiças e a pobreza.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.